SÃO LOURENÇO ATUAL

Célia Cavalcanti permanece no cargo com decisão unânime dos desembargadores

A Câmara Municipal aguardará a publicação da decisão para saber qual medida tomar

A prefeita Célia Cavalcanti/Foto: SL Atual

Foi julgado na tarde esta terça-feira, 4, o recurso da Câmara Municipal contra a prefeita Célia Cavalcanti no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O resultado foi de 5x0 a favor da chefe do executivo. Ela permanece no cargo para qual foi eleita com mais de 50% dos votos.

O recurso impetrado pelo parlamento foi contra a decisão dos desembargadores em reconduzir a prefeita ao cargo após a cassação dela com os votos de mais de 2/3 dos vereadores na sessão de julgamento da Comissão Processante (CP), em março deste ano. Ela ficou afastada por cinco meses e retornou em agosto deste ano por força de decisão do TJMG.

O presidente da Câmara, Ricardo de Mattos, informou que a Câmara Municipal aguardará a publicação do acordão para decidir sobre os próximos passos. “O Poder Legislativo cumpriu com o dever de fiscalizar o Executivo. A prefeita estava sendo julgada civilmente e agora responde criminalmente por nove crimes, como informado pelo Ministério Público em ofício a Casa Legislativa. Nós continuaremos fazendo jus ao mandato e, como legítimos representantes do povo, faremos o melhor pela cidade”, disse Ricardo de Mattos.

O São Lourenço Atual entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da prefeitura, mas fomos informados que a prefeita não falará com a nossa reportagem.

Cassação

A CP foi aberta após a Câmara Municipal receber denúncia de improbidade administrativa no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de São Lourenço, motivada por cinco prisões preventivas ocorridas em função da Operação Sanus, do Ministério Público, onde cinco pessoas ligadas a autarquia foram presas preventivamente.

A denúncia, da enfermeira Rosana Aparecida Lopes, dava conta que a prefeita havia omitido ou negligenciado na defesa de bens, rendas, direitos ou interesses do Município sujeito à administração da Prefeitura e procedeu de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo ao deixar o marido e ex-prefeito, Tenório Cavalcanti, intervir na gestão da autarquia.

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Célia Cavalcanti permanece no cargo com decisão unânime dos desembargadores

Foi julgado na tarde esta terça-feira, 4, o recurso da Câmara Municipal contra a prefeita Célia Cavalcanti no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O resultado foi de 5x0 a favor da chefe do executivo. Ela permanece no cargo para qual foi eleita com mais de 50% dos votos.

O recurso impetrado pelo parlamento foi contra a decisão dos desembargadores em reconduzir a prefeita ao cargo após a cassação dela com os votos de mais de 2/3 dos vereadores na sessão de julgamento da Comissão Processante (CP), em março deste ano. Ela ficou afastada por cinco meses e retornou em agosto deste ano por força de decisão do TJMG.

O presidente da Câmara, Ricardo de Mattos, informou que a Câmara Municipal aguardará a publicação do acordão para decidir sobre os próximos passos. “O Poder Legislativo cumpriu com o dever de fiscalizar o Executivo. A prefeita estava sendo julgada civilmente e agora responde criminalmente por nove crimes, como informado pelo Ministério Público em ofício a Casa Legislativa. Nós continuaremos fazendo jus ao mandato e, como legítimos representantes do povo, faremos o melhor pela cidade”, disse Ricardo de Mattos.

O São Lourenço Atual entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da prefeitura, mas fomos informados que a prefeita não falará com a nossa reportagem.

Cassação

A CP foi aberta após a Câmara Municipal receber denúncia de improbidade administrativa no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de São Lourenço, motivada por cinco prisões preventivas ocorridas em função da Operação Sanus, do Ministério Público, onde cinco pessoas ligadas a autarquia foram presas preventivamente.

A denúncia, da enfermeira Rosana Aparecida Lopes, dava conta que a prefeita havia omitido ou negligenciado na defesa de bens, rendas, direitos ou interesses do Município sujeito à administração da Prefeitura e procedeu de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo ao deixar o marido e ex-prefeito, Tenório Cavalcanti, intervir na gestão da autarquia.

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