SÃO LOURENÇO ATUAL

CPI do SAAE marca data das oitivas das testemunhas

As oitivas acontecerão ainda este mês e serão convocadas incialmente oito pessoas

Foto: SL Atual

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a transferência de recursos do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) para o Sindicato dos Empregos em Turismo e Hospitalidade (Sineth) de São Lourenço se reuniu no início da tarde desta segunda-feira, 13, para discutir as oitivas que serão realizadas para as investigações.

Ao todo serão três dias de oitivas realizadas ainda este mês nos dias 24, 29 e 30. Em um primeiro momento serão intimadas oito pessoas: Alexandre Torres (proprietário da empresa GTA Ecocidades Comunicação e Meio Ambiente), Joaquim Pedro dos Santos (presidente do Sineth), Patrícia Baltar (gerente de serviços urbanos do SAAE), Evanilson Taveira (encarregado da GTA Ecocidades à época), Matheus Piantino (diretor administrativo) Gustavo Ribeiro (diretor presidente do SAAE) e Paulo Henrique Fernandes (contador do SAAE).

A programação inicial da comissão é que no primeiro, sexta-feira, dia sejam ouvidos Patrícia Baltar, Evanilson Taveira e Joaquim Pedro dos Santos. No dia 29, quarta-feira, estão previstos os depoimentos de Matheus Piantino, Alexandre Torres e Paulo Henrique Fernandes. Por último, no dia 31, sexta-feira, será o ouvido o diretor presidente do SAAE. As oitivas, nos três dias, estão marcadas para às 13 horas.

De acordo o presidente da CPI, Ricardo de Mattos (PMN), mesmo com a decisão da justiça do trabalho de Caxambu que homologa o pagamento dos funcionários da GTA Ecocidades Comunicação e Meio Ambiente pela autarquia através do Sineth as investigações continuarão da mesma forma. “A comissão vai investigar a legalidade da transferência dos recursos, o que não tem nada a ver com decisão do juiz. Com a análise dos documentos, agora vamos fazer as oitivas”, disse Ricardo de Mattos.

Para o presidente do SAAE, Gustavo Ribeiro, mesmo com a decisão judicial favorável a ação do SAAE em conjunto com o sindicato, realizada para evitar uma greve e que a coleta de lixo parasse trazendo prejuízos para a cidade, a CPI deve continuar com as investigações. “Ficamos muito tranquilos após a homologação. Se a causa da CPI era a transferência dos recursos para que o sindicato pagasse os funcionários, nós estamos apresentando mais um documento, mas que continue as investigações. Esperamos que a Câmara faça o trabalho dela transparente, não só nessa CPI, mas na CPI da ETE também”, declarou Gustavo Ribeiro.

No próximo dia 20 uma nova reunião da CPI vai decidir se haverá mais pessoas para serem ouvidas nas oitivas.

A CPI

A CPI proposta pelo vereador Agilsander Rodrigues (PSD) foi instaurada por 12 dos 13 vereadores, no dia 2 de abril, para averiguar se houve irregularidades na transação realizada pelo SAAE e Sineth. Compõe a CPI os vereadores Ricardo de Mattos (PMN), presidente, Helson de Jesus Salgado (Cidadania), relator, Evaldo José Ambrósio (Pros), Renato Motta (Avante) e Ricardo Luiz Nogueira (MDB), membros.

A empresa GTA Ecocidades Comunicação e Meio Ambiente teve o contrato da coleta de lixo urbano rescindido sob a alegação de 49 dias de atraso de pagamento dos funcionários. Antes a empresa também teve o contrato da administração do aterro rescindido por não estar cumprindo o contrato firmado após vencer a licitação.

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CPI do SAAE marca data das oitivas das testemunhas

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a transferência de recursos do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) para o Sindicato dos Empregos em Turismo e Hospitalidade (Sineth) de São Lourenço se reuniu no início da tarde desta segunda-feira, 13, para discutir as oitivas que serão realizadas para as investigações.

Ao todo serão três dias de oitivas realizadas ainda este mês nos dias 24, 29 e 30. Em um primeiro momento serão intimadas oito pessoas: Alexandre Torres (proprietário da empresa GTA Ecocidades Comunicação e Meio Ambiente), Joaquim Pedro dos Santos (presidente do Sineth), Patrícia Baltar (gerente de serviços urbanos do SAAE), Evanilson Taveira (encarregado da GTA Ecocidades à época), Matheus Piantino (diretor administrativo) Gustavo Ribeiro (diretor presidente do SAAE) e Paulo Henrique Fernandes (contador do SAAE).

A programação inicial da comissão é que no primeiro, sexta-feira, dia sejam ouvidos Patrícia Baltar, Evanilson Taveira e Joaquim Pedro dos Santos. No dia 29, quarta-feira, estão previstos os depoimentos de Matheus Piantino, Alexandre Torres e Paulo Henrique Fernandes. Por último, no dia 31, sexta-feira, será o ouvido o diretor presidente do SAAE. As oitivas, nos três dias, estão marcadas para às 13 horas.

De acordo o presidente da CPI, Ricardo de Mattos (PMN), mesmo com a decisão da justiça do trabalho de Caxambu que homologa o pagamento dos funcionários da GTA Ecocidades Comunicação e Meio Ambiente pela autarquia através do Sineth as investigações continuarão da mesma forma. “A comissão vai investigar a legalidade da transferência dos recursos, o que não tem nada a ver com decisão do juiz. Com a análise dos documentos, agora vamos fazer as oitivas”, disse Ricardo de Mattos.

Para o presidente do SAAE, Gustavo Ribeiro, mesmo com a decisão judicial favorável a ação do SAAE em conjunto com o sindicato, realizada para evitar uma greve e que a coleta de lixo parasse trazendo prejuízos para a cidade, a CPI deve continuar com as investigações. “Ficamos muito tranquilos após a homologação. Se a causa da CPI era a transferência dos recursos para que o sindicato pagasse os funcionários, nós estamos apresentando mais um documento, mas que continue as investigações. Esperamos que a Câmara faça o trabalho dela transparente, não só nessa CPI, mas na CPI da ETE também”, declarou Gustavo Ribeiro.

No próximo dia 20 uma nova reunião da CPI vai decidir se haverá mais pessoas para serem ouvidas nas oitivas.

A CPI

A CPI proposta pelo vereador Agilsander Rodrigues (PSD) foi instaurada por 12 dos 13 vereadores, no dia 2 de abril, para averiguar se houve irregularidades na transação realizada pelo SAAE e Sineth. Compõe a CPI os vereadores Ricardo de Mattos (PMN), presidente, Helson de Jesus Salgado (Cidadania), relator, Evaldo José Ambrósio (Pros), Renato Motta (Avante) e Ricardo Luiz Nogueira (MDB), membros.

A empresa GTA Ecocidades Comunicação e Meio Ambiente teve o contrato da coleta de lixo urbano rescindido sob a alegação de 49 dias de atraso de pagamento dos funcionários. Antes a empresa também teve o contrato da administração do aterro rescindido por não estar cumprindo o contrato firmado após vencer a licitação.

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