SÃO LOURENÇO ATUAL

Mutirão do Direito a Ter Pai atende 12 pessoas em São Lourenço

Foram realizados testes de DNA e reconhecimentos espontâneos de paternidade
Mutirão do Direito a Ter Pai atende 12 pessoas em São Lourenço
A solenidade de abertura do concurso cultural Direito a Ter Pai/Foto: SL Atual

Mutirão do Direito a Ter Pai atende 12 pessoas em São Lourenço

A unidade da Defensoria Pública de Minas Gerais em São Lourenço aderiu ao Mutirão do Direito a Ter Pai no final da última semana. O evento, além de realizar atendimentos às pessoas que precisavam ter a paternidade reconhecida, realizou palestras e premiação do concurso cultural sobre o tema.

Ao todo foram realizados nove testes de DNA para reconhecimento de paternidade e mais três reconhecimentos espontâneos. O objetivo foi resolver os casos de reconhecimento de paternidade sem que houvesse intervenção judicial, apenas com o atendimento realizado pela própria defensoria.

Nas questões que envolvem a análise jurídica, é estabelecido o direito de convivência do pai com o filho e do filho com o pai. É dada uma orientação para fixar a situação naquele momento e a defensoria se coloca à disposição para fazer os encaminhamentos necessários para a área assistencial.

“Nós temos a preocupação de tentar fazer com que as pessoas resolvam o problema por elas mesmas, por isso empoderamos para resolverem o problema. Se não tiver como, a gente encaminha para acompanhamento psicológico e assistencial”, explicou o Roger Vieira Fieichas, defensor público.

Concurso cultural e palestras

Antes de fazer os atendimentos, a Defensoria premiou os vencedores de um concurso cultural com alunos de escolas públicas da rede municipal e estadual de ensino, além da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de São Lourenço. O concurso envolveu redação de frases, versos e desenhos.

Na categoria desenho venceram os alunos Davi Augusto Silvo, do CEMEI Noêmia Goulart Ferreira, Marjorie Eliza Silva, Escola Municipal Manoel Monteiro e Miguel Carvalho Coli, Escola Dona Ida Mascarenhas Lage. Nessa categoria ainda foram premiados os alunos da APAE: Kauê Mário Mattos, Walace Jonas Ribeiro e Maria Alice Balbino dos Santos.

Os alunos premiados na categoria verso foram Isabela Coema Santana Figueira e Nicole Ariele Dinis da Escola Estadual Polivalente, além de Raquel Taveira de Oliveira, da Escola Estadual Dr. Emílio Abdon Póvoa. Os alunos da APAE vencedores desta categoria foram: Felipe da Silva Ferreira, Felipe Augusto Monteiro de Oliveira e Beatriz B. da Paz.

Foram premiados na categoria frase os alunos João Lucas Moreira de Souza, Escola Municipal Frei Osmar Dirks, Laíza Rocha Furtado, Escola Municipal Ismael Junqueira de Souza, e Anna Clara L. Tavares, Escola Municipal Manoel Monteiro. Da APAE foram premiados Kauê Mário Mattos, Rafael Clementino Ferreira e Mateus Cassiano da Silva.

As palestras que compuseram a programação do mutirão foram sobre ‘A prática da postura sistêmica’, ministrada por Cristiane Ratier e a ‘A Defensoria pública como instrumento de efetivação dos direitos da Pessoa Com Deficiência’, ministrada pelo defensor público Luís Renato Braga Áreas Pinheiro.

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A unidade da Defensoria Pública de Minas Gerais em São Lourenço aderiu ao Mutirão do Direito a Ter Pai no final da última semana. O evento, além de realizar atendimentos às pessoas que precisavam ter a paternidade reconhecida, realizou palestras e premiação do concurso cultural sobre o tema.

Ao todo foram realizados nove testes de DNA para reconhecimento de paternidade e mais três reconhecimentos espontâneos. O objetivo foi resolver os casos de reconhecimento de paternidade sem que houvesse intervenção judicial, apenas com o atendimento realizado pela própria defensoria.

Nas questões que envolvem a análise jurídica, é estabelecido o direito de convivência do pai com o filho e do filho com o pai. É dada uma orientação para fixar a situação naquele momento e a defensoria se coloca à disposição para fazer os encaminhamentos necessários para a área assistencial.

“Nós temos a preocupação de tentar fazer com que as pessoas resolvam o problema por elas mesmas, por isso empoderamos para resolverem o problema. Se não tiver como, a gente encaminha para acompanhamento psicológico e assistencial”, explicou o Roger Vieira Fieichas, defensor público.

Concurso cultural e palestras

Antes de fazer os atendimentos, a Defensoria premiou os vencedores de um concurso cultural com alunos de escolas públicas da rede municipal e estadual de ensino, além da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de São Lourenço. O concurso envolveu redação de frases, versos e desenhos.

Na categoria desenho venceram os alunos Davi Augusto Silvo, do CEMEI Noêmia Goulart Ferreira, Marjorie Eliza Silva, Escola Municipal Manoel Monteiro e Miguel Carvalho Coli, Escola Dona Ida Mascarenhas Lage. Nessa categoria ainda foram premiados os alunos da APAE: Kauê Mário Mattos, Walace Jonas Ribeiro e Maria Alice Balbino dos Santos.

Os alunos premiados na categoria verso foram Isabela Coema Santana Figueira e Nicole Ariele Dinis da Escola Estadual Polivalente, além de Raquel Taveira de Oliveira, da Escola Estadual Dr. Emílio Abdon Póvoa. Os alunos da APAE vencedores desta categoria foram: Felipe da Silva Ferreira, Felipe Augusto Monteiro de Oliveira e Beatriz B. da Paz.

Foram premiados na categoria frase os alunos João Lucas Moreira de Souza, Escola Municipal Frei Osmar Dirks, Laíza Rocha Furtado, Escola Municipal Ismael Junqueira de Souza, e Anna Clara L. Tavares, Escola Municipal Manoel Monteiro. Da APAE foram premiados Kauê Mário Mattos, Rafael Clementino Ferreira e Mateus Cassiano da Silva.

As palestras que compuseram a programação do mutirão foram sobre ‘A prática da postura sistêmica’, ministrada por Cristiane Ratier e a ‘A Defensoria pública como instrumento de efetivação dos direitos da Pessoa Com Deficiência’, ministrada pelo defensor público Luís Renato Braga Áreas Pinheiro.

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