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Terça, 22 de setembro de 2020
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Política

Testemunhas do processo de Rachadinha no SAAE são ouvidas pela justiça

O ex-vereador Chopinho foi acusado pelo MPMG de receber parte do salário de um servidor do SAAE

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Testemunhas do processo em que o ex-vereador Paulo Gilson Chopinho de Castro Ribeiro é acusado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) de Rachadinha no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) foram ouvidas pela justiça nesta quarta-feira, 22, no Fórum de São Lourenço.

Entre as pessoas que foram intimadas a depor estavam o atual presidente do SAAE de São Lourenço, José Carlos Marques, o Caco, o ex-presidente da autarquia, Gustavo Ribeiro, o vice-prefeito, Leonardo Sanches, pessoas ligadas ao grupo político da atual gestão, servidores do SAAE, entre outros. Os depoimentos das testemunhas foram acompanhados pelos réus. Entre eles, o ex-prefeito Tenório Cavalcanti, marido da prefeita Célia Cavalcanti, e o ex-vereador.

O ex-vereador é acusado de indicar, em 2017, o chefe do transbordo do lixo da autarquia em troca de parte dos vencimentos do indicado, que era de R$ 6.850,00. O montante de R$ 2 mil era repassado para uma terceira pessoa para disfarçar o esquema.

A operação realizada durante a investigação cumpriu três mandados de busca e apreensão, quando foram apreendidos R$11.775,00 em espécie, e 76 cheques no valor total de R$161.314,00. Quatro pessoas foram denunciadas e duas prisões preventivas foram decretadas.

Chopinho, que a época pertencia a base da atual gestão, foi uma das pessoas que teve a prisão preventiva decretada a pedido da 4ª Promotoria de Justiça de São Lourenço no início de setembro do ano passado e ficou foragido. Após quatro pedidos de soltura negados pela justiça, em novembro, o ex-vereador se entregou às autoridades na cidade de Oliveira. Foi transferido para o presídio regional de São Lourenço e solto pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em fevereiro deste ano.

Devidos as faltas injustificadas às sessões legislativas, Chopinho teve o mandato extinto na última sessão ordinária da Câmara Municipal em dezembro do ano passado.  O então vereador faltou a 14 sessões, que representa um quarto das 42 sessões de 2019.

 

 

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