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Vitrine da Dança estreia Cara de Palco 4 com casa cheia

O espetáculo segue até domingo o 27 e contará com a apresentação de uma peça teatral
Vitrine da Dança estreia Cara de Palco 4 com casa cheia
O musical a Bela e a Fera adaptado pela Vitrine da Dança/Foto: SL Atual

Vitrine da Dança estreia Cara de Palco 4 com casa cheia

Estreou na noite desta sexta-feira, 25, a 18ª edição do Festival Águas das Gerais da Vitrine da Dança Deise Dutra. Este o ano, o espetáculo apresentado no Colégio das Irmãs teve como tema Cara de Palco 4. Durante o final de semana serão apresentados dois musicais, um ballet de repertório e uma peça teatral. O espetáculo ficará em cartaz até o domingo, 27.

O espetáculo contou com 21 coreografias desde a abertura até o último ato. Na abertura foram apresentadas quatro coreografias. A bailarina Polyanna Oliveira abriu o espetáculo com a coreografia “O que me move”, produzida e dançada por ela mesma. A segunda, também coreografada por Polyanna Oliveira, foi um balé livre apresentado por seis bailarinos. Dois balés clássicos ainda fizeram parte da apresentação com a releitura de dois balés de repertórios: Variação de Swanilda e o Pas de Deux de Dom Quixote.

O primeiro e terceiro ato do espetáculo foram apresentados, respectivamente, os musicais A Bela e a Fera e a Família Adams. Ambos adaptados pela Vitrine da Dança para integrarem o Cara de Palco 4. O destaque da Bela e a Fera ficaram com os bailarinos Willian Gervásio e Ana Clara Cabral que representaram os protagonistas da história. Para contar a história ainda foram apresentadas coreografias de ballet clássico, encenação com atores e a participação das crianças do Baby-Class.

O terceiro ato foi composto por sete personagens que contaram a história da Família Adams com a encenação dos atores e mais quatro coreografias de sapateado, as Morceguinhas, interpretado pelas meninas do Baby-Class, de jazz, tango e sapateado adulto que dançou os Mortos Vivos.

No segundo ato, foi apresentado o balé de repertório Paquita, protagonizado pela bailarina Stephany Morberck, a moça da nobreza que perde a família em um conflito na Espanha e é criada por ciganos. Após o balé de repertório, foi apresentada uma releitura do musical Bye-bye Black Bird, de Bob Fosse. Entre as bailarinas do jazz, estavam mães de alunas da Vitrine da Dança.

 

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Estreou na noite desta sexta-feira, 25, a 18ª edição do Festival Águas das Gerais da Vitrine da Dança Deise Dutra. Este o ano, o espetáculo apresentado no Colégio das Irmãs teve como tema Cara de Palco 4. Durante o final de semana serão apresentados dois musicais, um ballet de repertório e uma peça teatral. O espetáculo ficará em cartaz até o domingo, 27.

O espetáculo contou com 21 coreografias desde a abertura até o último ato. Na abertura foram apresentadas quatro coreografias. A bailarina Polyanna Oliveira abriu o espetáculo com a coreografia “O que me move”, produzida e dançada por ela mesma. A segunda, também coreografada por Polyanna Oliveira, foi um balé livre apresentado por seis bailarinos. Dois balés clássicos ainda fizeram parte da apresentação com a releitura de dois balés de repertórios: Variação de Swanilda e o Pas de Deux de Dom Quixote.

O primeiro e terceiro ato do espetáculo foram apresentados, respectivamente, os musicais A Bela e a Fera e a Família Adams. Ambos adaptados pela Vitrine da Dança para integrarem o Cara de Palco 4. O destaque da Bela e a Fera ficaram com os bailarinos Willian Gervásio e Ana Clara Cabral que representaram os protagonistas da história. Para contar a história ainda foram apresentadas coreografias de ballet clássico, encenação com atores e a participação das crianças do Baby-Class.

O terceiro ato foi composto por sete personagens que contaram a história da Família Adams com a encenação dos atores e mais quatro coreografias de sapateado, as Morceguinhas, interpretado pelas meninas do Baby-Class, de jazz, tango e sapateado adulto que dançou os Mortos Vivos.

No segundo ato, foi apresentado o balé de repertório Paquita, protagonizado pela bailarina Stephany Morberck, a moça da nobreza que perde a família em um conflito na Espanha e é criada por ciganos. Após o balé de repertório, foi apresentada uma releitura do musical Bye-bye Black Bird, de Bob Fosse. Entre as bailarinas do jazz, estavam mães de alunas da Vitrine da Dança.

 

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