SÃO LOURENÇO ATUAL

O inexplicável desgoverno Célia Cavalcanti e suas desculpas para não pagar a APAE

A prefeitura tem cumprir o contrato e pagar a APAE e o resto é balela

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de São Lourenço tentou explicar o inexplicável atraso de pagamento das nove parcelas do Centro Dia e a diretora Administrativa da prefeitura classificou a APAE como um pão bolorento que reclama de barriga cheia. A falta do bom tom da diretora espelhou o pensamento da prefeita e de todo um grupo político problemático.

Em um contrato com a APAE em que a prefeitura tem que pagar 10 parcelas de R$ 15 mil para a instituição prestar um serviço, só pagou uma e diz que o atraso é culpa do prestador de serviço. Culpa do prestador de serviço que não prestou conta. Mentira e má fé? ou mentira ou má fé?

Mentira porque os recursos mantenedores da APAE, em suas três áreas: Assistência Social, Educação e Saúde, são provenientes, em grande parte, de convênios com os diversos níveis de governo. Pequena parte deles vem de doações da sociedade civil. Como a APAE não prestaria conta do serviço prestado? Se a APAE não prestasse conta ou não soubesse prestar, estaria fechada há muito tempo. A habilitação do Centro Especializado em Reabilitação tipo II (CER II) na instituição é uma prova da expertise, transparência, honestidade e excelência da instituição na prestação de serviços públicos.

No momento em que assistidos, Pessoas com Deficiência e seus familiares, da instituição correm o risco de ficarem sem o serviço, a prefeitura diz que “sempre apoiou e continua apoiando a APAE em todas as ocasiões possíveis” e lembrou da concessão da Festa de Agosto e toda sua lucratividade, entre outras “bondades”.

Essas “bondades” da Festa de Agosto, dos funcionários cedidos, dos veículos doados pelo Estado não são meras bondades. E se a prefeitura tivesse que assumir a assistências das Pessoas com Deficiência (PCD) do Centro Dia? E se tivesse que garantir em serviço próprio a escola das PCDs? Como seria a assistência de saúde das PCDs nas mãos da prefeitura? Será que algum serviço especializado nas mãos da prefeitura teria tanta excelência?

O que falta na atual gestão é vergonha e competência. Vergonha para não mentir e simular e cumprir o termo de compromisso com a APAE assinado pela então candidata Célia Cavalcanti dentro do seu comitê de campanha. Competência técnica para apoiar, se necessário, institucionalmente o parceiro e não usar de seu serviço sem pagar com desculpas de ausência de prestação de contas errôneas.

Realmente o bolor da APAE é um bolor dos mais finos e caros queijos gorgonzola e roquefort acompanhado de uma sinfonia de violas muito bem afinadas na competência, abnegação, excelência e confiança de cada um dos familiares dos mais de 200 assistidos pela APAE.

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O inexplicável desgoverno Célia Cavalcanti e suas desculpas para não pagar a APAE

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de São Lourenço tentou explicar o inexplicável atraso de pagamento das nove parcelas do Centro Dia e a diretora Administrativa da prefeitura classificou a APAE como um pão bolorento que reclama de barriga cheia. A falta do bom tom da diretora espelhou o pensamento da prefeita e de todo um grupo político problemático.

Em um contrato com a APAE em que a prefeitura tem que pagar 10 parcelas de R$ 15 mil para a instituição prestar um serviço, só pagou uma e diz que o atraso é culpa do prestador de serviço. Culpa do prestador de serviço que não prestou conta. Mentira e má fé? ou mentira ou má fé?

Mentira porque os recursos mantenedores da APAE, em suas três áreas: Assistência Social, Educação e Saúde, são provenientes, em grande parte, de convênios com os diversos níveis de governo. Pequena parte deles vem de doações da sociedade civil. Como a APAE não prestaria conta do serviço prestado? Se a APAE não prestasse conta ou não soubesse prestar, estaria fechada há muito tempo. A habilitação do Centro Especializado em Reabilitação tipo II (CER II) na instituição é uma prova da expertise, transparência, honestidade e excelência da instituição na prestação de serviços públicos.

No momento em que assistidos, Pessoas com Deficiência e seus familiares, da instituição correm o risco de ficarem sem o serviço, a prefeitura diz que “sempre apoiou e continua apoiando a APAE em todas as ocasiões possíveis” e lembrou da concessão da Festa de Agosto e toda sua lucratividade, entre outras “bondades”.

Essas “bondades” da Festa de Agosto, dos funcionários cedidos, dos veículos doados pelo Estado não são meras bondades. E se a prefeitura tivesse que assumir a assistências das Pessoas com Deficiência (PCD) do Centro Dia? E se tivesse que garantir em serviço próprio a escola das PCDs? Como seria a assistência de saúde das PCDs nas mãos da prefeitura? Será que algum serviço especializado nas mãos da prefeitura teria tanta excelência?

O que falta na atual gestão é vergonha e competência. Vergonha para não mentir e simular e cumprir o termo de compromisso com a APAE assinado pela então candidata Célia Cavalcanti dentro do seu comitê de campanha. Competência técnica para apoiar, se necessário, institucionalmente o parceiro e não usar de seu serviço sem pagar com desculpas de ausência de prestação de contas errôneas.

Realmente o bolor da APAE é um bolor dos mais finos e caros queijos gorgonzola e roquefort acompanhado de uma sinfonia de violas muito bem afinadas na competência, abnegação, excelência e confiança de cada um dos familiares dos mais de 200 assistidos pela APAE.

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