SÃO LOURENÇO ATUAL

“Prazer às escondidas”

“Prazer às escondidas”

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Há coisas na vida, que ocorrem, quando contadas, que não podemos crer como verda¬deiras, tais as coincidências existentes envolvidas, as quais só admitimos tratar-se de criatividade ficcionistas ou imaginação fértil.

Hospedados num hotel do interior paranaense de bela cidade, pudemos presenciar um fato realmente inusitado, cujas consequências, se transformaram em cenas “sui genere” a uma tragicômica peça teatral, no que pese o drama surgido num momento tão prazeroso.

Fechados à sala de vídeo, respeitáveis cidadãos se deliciavam com a exibição de fitas pornô, cedida pela direção do hotel. Ao término da sessão, um dos espectadores em visível apreensão, chegou-se a mim, que folheava um jornal, perguntando se havia visto o Dr. Justo. Respondendo-lhe que não, indaguei o que estava ocorrendo, afinal, notava-se pelo seu semblante, um ar excessivo de preocupação. Limitando-se a dizer "sujou geral", solicitou-me que caso o visse, o alertasse quanto a um possível problema e, que o procurasse imediatamente.

No final de tarde ao cruzar com o cidadão à rua, informei-o sobre não haver visto o Justo. Assustado, pois também não o encontrou, coçando a cabeça, me puxou ao can¬to, pedindo segredo e, confiou-me toda sua apreensão.

Num dos vídeos inseridos em determinada fita, sob O título "Prazer as Escondidas”, o amigo Justo, cidadão de ilibada reputação, é o protagonista, contracenando com a parceira, sua atual secretária. Lógico que foram vítimas de filmagens secretas, por desclassificado "diretor" mancomunado com algum motel, visando à produção clandesti¬na de vídeos eróticos. 0 pior que além de revelar intimidades e fantasias na ação de privacidade do ato, tornando públicas suas imagens, tem, claro, todo o envolvimento negativo a repercutir na sua brilhante carreira profissional e, obviamente, na vida conjugal e familiar. Portanto, não há como tentar se livrar das consequências catastróficas, mesmo que venha a descobrir os autores e os quais processá-los judicial¬mente. O aconselhável, seria deixar o local o mais rápido possível e tentar destruir aquela comprometedora fita...

Foi o que se verificou no início da manhã do dia seguinte...

Moral da história: Diz o refrão que paredes não têm ouvidos, mas podem ter olhos eletrônicos...

Ah... esses "Turistas Ilibados", cônscios de sua integridade e moral, quando são surpreendidos por revelações comprometedoras, que os colocam sem condições de reagir, diante de deprimente situação, são de fato uns ingênuos e idiotas, a nos oferecerem bons exemplos, e, embora sem sadismo, momentos até pitorescos...

 

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