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Quinta, 20 de janeiro de 2022
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Coluna

Sábio provou o amargo do mel...

Haja "saco" pra tanta picada.

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Sábio  provou do amargo do mel...

            Absortos, desfrutando dos prazeres que a vida interiorana nos proporciona, resolvemos  curtir o trenzinho, que muitas cidades utilizam no intuito de oferecer  aos turistas passeios a tornar seus momentos mais agradáveis em visitações  as suas localidades. No caso estávamos  em Monte Sião, famosa pela indústria artesanal de lã e malharia notadamente.

            Após percorrermos  os pontos turísticos, o condutor do trenzinho  depois de visitarmos uma importante malharia, em que até adquirimos algumas peças, nos propôs  como atração final  conhecer um importante apiário da região em determinada fazenda, onde uma  variedade de qualidades de mel era de fato bem interessante.

            Independente do comércio do mel, a visitação estendia-se  também para os turistas interessados no conhecimento   de toda a produção apiária, desde as colmeias, passando pela seleção de qualidade, centrifugação, armazenamento e a comercialização. Claro que se tratando de abelhas, poucas pessoas se aventuraram a conhecer, mesmo sendo obrigatório o uso dos equipamentos necessário em função da segurança e proteção.

            Entre outras pessoas que curiosas se mostravam interessadas em ver de perto essa milenar e diferente cultura, houve o aceite do oferecimento do guia apicultor. Um cidadão unindo-se ao pequeno grupo de visitantes, dizendo-se  conhecedor do assunto, vez que já  havia operado com esse tipo de” coisa”, dispensou  parte do equipamento só utilizando-se  do protetor de cabeça.

            Ao chegar às colmeias, o grupo pôs-se a ouvir a palestra do apicultor que abre a tampa de uma caixa visando mostrar a organização que os insetos executavam, se utilizando, óbvio, do aparelho que produz fumaça a fim de acalmar as abelhas, cujo temperamento dócil sempre as tornam inquietas ao mexer às colmeias. Seguia tranquilamente a palestra,  quando algumas abelhas passam a atormentar o tal cidadão, que  inadvertidamente  resolveu tocar num quadro da colmeia em que se encontrava a Rainha. Tentando livrar-se, fez um movimento brusco com a mão. Deu-se mal, pois outros insetos se juntaram e deram-lhe algumas ferroadas por sorte o guia apicultor  com o auxílio da fumaça as afastou e acalmou. Mas ficou a lição pelas dolorosas ferroadas merecidas, para quem se mete a intrometido  em querer aparecer.

            Moral da história: Nunca devemos abusar da sorte quando se dá condições para o azar  principalmente quando a nossa integridade física é vulnerável.

            Ah... Esses turistas ditos senhores eméritos em conhecerem de tudo, ao querer aparecer, a mostrar suas “qualidades”, e se dão mal, são de fato muito pitorescos, quando ainda mais  ocorre, como ocorreu, ser ferroado nas partes  íntimas sob suas vestimentas e não ter como se livrar, já que estava embarcado no trenzinho!!!

            Que este exemplo sirva de lição  àqueles que se dizem conhecedores de variados assuntos e acham que com isso,   possam dominar pequenos momentos que  o fustigam , esquecendo que com abelhas não se brinca. Prova foi, que além das picadas às mãos, ainda de sobra teve o “saco” picado a ponto de ficar difícil até para sentar...

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